15 razões pra migrar para o Linux

Sep 6 / Paulo Oliveira
O Linux soluções personalizáveis ​​que garantem uma experiência igual para empresas e usuários domésticos.

Ainda assim, muitas distros resistentes à parte dos usuários, que geralmente se limitam ao Windows tradicional em seus desktops.

Para quebrar um pouco de resistência, a Escola Linux separou 15 motivos que vão fazer você migrar para o Linux . Veja!

1. Linux é de graça

Ao contrário dos outros sistemas operacionais que são pagos e acrescidos de PCs e notebooks, o Linux é 100% gratuito. Isso significa mais economia sem perder em nenhum pouco a qualidade.

2. Comunidade engajada

Como distros Linux contam com comunidades colaborativas bem engajadas. Inclusive, essas pessoas trabalham em atualizações e tiram dúvidas de novos usuários para que todos tenham uma boa experiência.

3. Suporte comercial ativo

As distribuições voltadas ao público corporativo, como Red Hat, Canonical e Novell, contam com suporte ativo, prestando assessoria e auxílio completo para suas aplicações.

4. Gestão facilitada

A compensação de licenças é algo bem incômodo e pode resultar em gastos extras inesperados. Felizmente, as distribuições Linux não têm esse tipo de risco visto que não há licenças pagas.

5. Segurança extra

Todas as distros têm um alto nível de segurança e conta com atualizações e correções instaladas diretas em seu core. Ou seja, os vírus dificilmente causam dores de cabeça entre os usuários Linux .

6. Programas gratuitos compatíveis

Outro motivo para migrar está na extensa lista de programas gratuitos disponíveis. Apenas o Ubuntu conta com mais de 30 mil softwares, sendo muitos deles dedicados ao uso profissional.

7. Instalação ágil

Ao formatar um Windows, você precisa atualizar e esperar por longas horas até deixar todos os drivers instalados e atualizados. No Linux, isso não acontece, já que tudo fica instalado no Kernel do sistema.

Ou seja, basta instalá-lo e usá-lo!

8. Sistema de código aberto

O Linux possui código aberto ( open source ) e por isso o gestor de TI à frente da empresa faz uma gestão completa, controlando e restringindo diferentes tipos de conteúdo.

9. Desktops e notebooks mais baratos com Linux

Ao contrário do Windows, o Linux é gratuito e isso provoca uma queda de preço em desktops e notebooks. No varejo, você encontra o mesmo PC com uma redução expressiva do valor devido ao sistema operacional.

Inclusive, o preço da licença do Windows está incluído no desktop ou notebook pode configurar a venda casada, crime de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.

10. Atualizações recorrentes

Sistemas operacionais pagos acumulam correções e atualizações para que haja algum tipo de lançamento comercial. No caso das distros, as novidades são instaladas constantemente.

11. Interface intuitiva

Por algum tempo, as reclamações em relação ao Linux se limitavam à interface. Com atualizações constantes, hoje há interfaces intuitivas e bem simples de navegar, permitindo que qualquer usuário utilize o sistema sem dificuldades.

12. Sistema mais democrático

Ao contrário do Windows, o Linux pode ser executado em qualquer computador ou notebook sem que isso se reflita em travamentos. Na prática, isso significa que as distros são executadas em hardwares mais antigos sem perder qualidade de processamento.

13. Processamento ágil

Do mesmo modo que o sistema não compromete o desempenho em máquinas ultrapassadas, PCs mais novos ficam com o processamento mais ágil.

Isso acontece porque o sistema consome menos do armazenamento interno e da memória RAM, permitindo alocar os recursos extras em outras atividades.

14. Sistema personalizável

Todas as distros são personalizáveis ​​por completo: você muda ícones, idiomas, programas inicializados automaticamente, entre outras duas funções.

15. Mais estabilidade

O Linux tem chances básicas de apresentar bugs que comprometem o desempenho da máquina. Por ser open source , os códigos são emancipados e revisados ​​por milhares de pessoas antes de ficarem disponíveis.

Por isso, você não encontra erros que viraram lendas, como a “tela azul da morte” do Windows.
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